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Anyone But Me dá adeus

O último episódio da webseries Anyone But Me já está on-line. Não teremos mais Vivian e Aster, infelizmente, mas torcemos que a série sirva de inspiração a outras produções. O episódio final – um pouco mais longo do que de costume – pode ser visto abaixo:

A CéU que nos protege

Só pela beleza ela já merecia o post, mas aparece por aqui por motivos ainda mais nobres. CéU cresceu nesse mundo da música e não por acaso tem se cercado de músicos competentes e produtores de primeira (seu marido é um deles). Pese ainda o fato de ter uma voz que, ainda bem, foge dos padrões “MPBísticos”  das cantoras de FM.

Retrovisor, de seu novo disco Caravana Sereia Bloom, é linda. Ouvi o CD inteiro, mas ainda estou no modo “repeat” com essa canção. Foram sete vezes seguidas. Só hoje.

A soma é simples:  adolescente viciada em Arquivo X + paixão por Dana Scully = biscoita. Toda mocinha biscoita que se respeitava lá na década de 1990 tinha uma queda pela parceira do Fox Mulder. Ainda que torcêssemos pelo casal, no fundo, mas bem lá no fundo mesmo, queríamos era brincar de extraterrestre para abduzir a Dona Scania e levá-la para o nosso planeta. Décadas mais tarde, aparece agora Gillian Anderson, em entrevista para a Out, dizendo que não só teve um namoro de long time com uma outra garota, nos seus bons tempos de high school musical, como teve outros affairs com outras mulheres ao longo de sua vida.  A notícia só confirmou o que o gaydar de muita gente apitava há anos.

Para não nos empolgar muito, a atriz comentou que seu envolvimento com pessoas do mesmo sexo foram apenas “exceções”. Na verdade, na verdade, ela passou uma fase transando todo tipo de gente, numa época em que tudo que lhe seduzia era um tanto inapropriado ou anarquista para os padrões americanos de ser. Hoje, aos 44 anos de idade, três filhos e dois casamentos (com homens, tá?),  leva uma vida tranquila, caretinha, curtindo os manos numa boa, mas tenho certeza de que a notícia deixou muita biscoita no mundo com aquela cara de “eu sabia! eu sabia!“.

Para ler a reportagem original completa, é só conferir aqui.

Venice Reloaded

Já disse por aqui que ando muuuuuuito ocupada, sem tempo para nada, mas isso em breve melhora. Assim espero.

Há algumas semanas reenviei alguns arquivos da 3ª temporada de Venice que ficaram fora do ar, principalmente depois do babado com o megaupload. Não testei se todos eles estão funcionando perfeitamente, mas quem tiver tendo problema, deixe recado no comentário que, assim que der, vou ajeitando os links problemáticos.

Os links  estão no primeiro comentário deste post.

 

Uh Huh Her com clipe novo

Anda com saudade da dupla? Já pode acabar com o banzo. Desde a semana passada, está rolando o videoclipe novo do casal Leisha e Camila. A canção escolhida foi é a Wake To Sleep, quarta faixa do álbum Nocturnes, lançado ano passado pelas Uh Huh Her. Confira:

Não, não é uma intrusa: sou eu mesma voltando para dar o ar da graça, chicas! Longas e intermináveis semanas envolvidas com trabalho, obras de apartamento novo e  um danado de um carnaval bem no meio de tudo isso, só restou mesmo me ausentar por algum tempo. Mas tô por aqui ainda, viu?

E o Oscar 2012, hein? Meryl Streep mereceu ou não? Pra mim, esta digníssima senhora demorou e muito pra levar outra estatueta. E eu estou sempre do lado dela, aviso logo!

Semana passada estava vendo o filme Annie Leibovitz – a vida através das lentes (2007) e lá estava ela, a Meryl, onipresente com seus 30 e poucos anos de idade, também sendo capturada pelas câmeras de uma das fotógrafas mais faladas das últimas décadas. Vale a conferida no filme, por sinal, que mostra um pouco do processo criativo de Annie, sua obsessão pela fotografia, além de tocar  no relacionamento dela com a grande ensaísta e ativista Susan Sontag.

A obsessão de Leibovitz em ver o mundo por meio de sua câmera não foi esquecida nem nos últimos momentos de vida de sua ex-mulher, que morreu de leucemia. Poucas horas antes de Sontag falecer, lá estava ela registrando as últimas imagens da escritora, já praticamente irreconhecível numa cama de hospital.  Em uma das cenas mais tristes do filme, Leibovitz se emociona ao falar da ex-companheira, deixando-nos com a certeza de que o que elas sentiam uma pela outra era nada mais que amor – e daqueles bem verdadeiros.

meryl by leibovitz

Não me leiam, não me dêem atenção e antes que alguém clame copyright dos infernos e tire o vídeo do ar, CLIQUEM NO PLAY, tipo assim, AGORA!

Viram? Repetiram? A essa altura vocês nem estão me lendo, eu sei, mas enfim, tou aqui só pra dizer que, sim, assisto Pretty Little Liars mais do que uma pessoa da minha idade deveria, e que, sim, infelizmente não tenho tempo de me dedicar a escrever com frequência neste blog para tecer meus comentários sobre a série. Mas uma coisa é certa. PLL conseguiu, no episódio desta semana, superar as minhas mais altas expectativas para a quase sempre careta TV americana. Continuar Lendo »

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