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Archive for junho \12\UTC 2012

Dia dos Namorados. Várias biscoitas vão aproveitar a data ao lado das amadas; outras devem estar soltando um “mais um dia para o comércio lucrar” ou dramatizando toda a solterice que há dentro de si. Muita calma nessa hora, moças! Aprendam com elas, ícones biscoitas da televisão, que o amor, comercialmente ou não, é assim mesmo: cheio de altos e baixos, de dramas e romances, de risos e choros, de separações e reencontros, de doçuras e amarguras, seja de ordem terráquea ou extraterrena.

Fiz uma pequena lista “ímpar” com alguns (veja bem, eu falei alguns) casais que mais aprecio/apreciei na tv. E por que o número ímpar? Nada cabalístico não! Só para imitar as revistas femininas que sempre trazem na capa “51 cortes de cabelo que vão abalar o seu verão”, “47 maneiras de enlouquecer o seu parceiro”, “15 dicas para atualizar o seu guarda-roupa”. Tenho certeza que os publicitários odeiam números pares e eu quero vender o meu peixe também!

1. Tina e Bette

Pode ser clichê, afinal, essas duas aparecem em todas as listas temáticas biscoitas do mundo, mas, convenhamos, o casal entende de safadeza.  E para um Dia dos Namorados de verdade, isso é ingrediente básico.

2. Isabel e Cristina

Elas são a prova de que em terra de lobos quem manda são as garotas! Mulher pegando em armas, mulher pegando pesado, mulher pegando em…mulher. A mina bem criada e a prostituta do vilarejo. Entre tapas e beijos, é ódio, é desejo. O  resto é rima sertaneja. Um casal furacão como há um bom tempo não se via. As duas merecem curtir o Dia dos Namorados super coladinhas, de preferência com a gente brechando.

3. Naomi e Emily

Diálogos absurdamente bem escritos para inspirar cartões apaixonados no Dia dos Namorados. Certamente, nunca houve um casal teen como esse.  Duas jovens problemáticas, drogadas e apaixonadas. Para celebrar o dia achando que o mundo vai acabar amanhã.

4. Vivian e Aster

Vivian jamais passaria o Dia dos Namorados em branco, apesar de eu ter minhas dúvidas se Aster terminaria esquecendo a data ou achando que é mais um dia comercial.  Um coisa, no entanto, é certa: o dia seria celebrado com muita discussão de relacionamento e muito hormônio na cama.

5. Callie e Arizona

Para aqueles momentos do dia 12 de junho em que dá vontade de gritar um “shut up and kiss me, porra!”. Arizona e Callie falam feito o homem da cobra, como diria minha velha babá, mas tem química de sobra. Para rir e chorar ao mesmo tempo com muito drama e discussões infindáveis de relacionamento. Amor de gente grande às vezes exige paciência.

6. Pepa e Silvia

O desenrolar desse caso de amor, com direito a matrimônio sangrento, não tira o mérito do casal. Em poucas delegacias de polícia houve um amor biscoito como este. A morena sedutora e a ruivinha que talvez nem sonhasse que um dia acabaria seus dias tragicamente nos braços da sua eterna amada. Um momento sombrio para o Dia dos Namorados, que às vezes também pode ser macabro. Cruz-Credo!

 

7. Bo e Lauren

Existe amor muito mais esquisito do que o de uma mocinha virgem e um vampiro. Pode ser muito mais demoníaco, meio mutante, mas é tensão sexual pura. Entre súcubos e humanos, todos somos doidos por uma atividade paranormal. No Dia dos Namorados, Bo provavelmente sugaria toda a sua força com um beijo, enfeitiçaria a sua vida e roubaria toda a sua energia sexual.  E  tem coisa melhor que isso? Um escândalo de noite! É por isso que  Lauren não quer largá-la nunca mais!

Quase que caio na tentação da listinha de número par, mas respeitemos, por favor, os publicitários…

Ótimo Dia dos Namorados para você!

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Por que o sumiço?

Não adotei nenhuma filosofia apocalíptica com relação à Internet, apesar de ter me interessado bastante pelas críticas (nem tão apocalípticas assim) do livro “Geração Superficial: O que a Internet está fazendo com nossas mentes”, do norte-americano Nicholas Carr.  Na verdade, o sumiço foi por necessidade mesmo, para resolver coisas que todos nós eventualmente iremos encarar num determinado momento na vida. Foi uma questão de mudança. Mudança em todos os sentidos, dentre eles em estilo de vida. Tentei em três meses desaparecida organizar o impossível e tentar matar as saudades de hábitos que durante um longo tempo deixei em segundo plano.

No balanço entre “o que fiz” e “o que não fiz”, terminei ficando satisfeita com os meus feitos, mas confesso que as pendências ainda me irritam um pouco.  Vários livros comprados não lidos, vários filmes alugados e baixados, mas não vistos, uma casa inteira para montar sem dinheiro para financiar, várias coisas para estudar…

Lasca foi conseguir ficar muito tempo longe da Internet. Aí, sim, o bicho pegou.

Desde a Internet discada sou adepta do spoiler. Com três meses longe de praticamente tudo, não sabia o que iria acontecer com minhas personagens preferidas. Fazia muito tempo que não me chocava com alguma cena de um seriado, já que tudo era sabido com antecedência. Mas qual não foi minha surpresa ao acompanhar toda a terceira temporada de Lip Service sem saber absolutamente nada do que iria acontecer com Cat! Nem quando Dana morreu em The L Word eu fiquei tão passada (até porque eu já sabia de antemão o que iria acontecer com a tenista…).

Apesar do atraso, da ausência, do choque, ainda estamos por aqui.

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