Feeds:
Posts
Comentários

Archive for janeiro \31\UTC 2017

sanvers13

Pelas minhas contas, já se passaram várias semanas desde que Alex Danvers e Maggie Sawyer começaram a namorar em uma série de super-herói na TV aberta. E somente o fato de ambas estarem vivas e felizes e fazendo piadas do tipo “na minha casa ou na sua?” é prova suficiente pra vocês chamarem a equipe do Guinness Book: um recorde está sendo quebrado! Isso pra dizer que, sim, sei que as interações entre Alex e Maggie foram menores neste episódio que nos episódios passados, mas é absolutamente natural que isso aconteça, afinal de contas, a série em questão AINDA se chama Supergirl, e não Sanvers.

Tendo isso dito, aqui vai um top 5 dos melhores e piores momentos do episódio 2×10 Supergirl: We Can Be Heroes (com direito a possíveis #spoilers do episódio 2×11 no fim do texto).

Antes, um resumo breve do que se passou nesse episódio: Livewire, uma das principais vilãs da primeira temporada, saiu da prisão e Kara/Supergirl está indócil porque sua nêmesis está solta no mundo. Em linhas breves, o que acontece é que os machos metidos a heróis na série – James/Guardian, Mon-El e Winn – acham em algum momento que conseguem dar conta de pegar Livewire sozinhos, quando, claro, apenas Supergirl será capaz de encarar esse problema.

Vamos então aos Melhores Momentos desse episódio:

(mais…)

Read Full Post »

sanvers2x09b

Chega de tentar dissimular e disfarçar e esconder o que não dá mais pra ocultar e eu não posso mais calar, porque o brilho desse olhar:

sanvers1

E desse olhar:

sanvers2

Me pegaram de jeito. E agora estou shipando, chorando, sofrendo, gostando, adorando, gritando feito uma fandom alucinada.

Sim, precisamos falar sobre #Sanvers, sobre Supergirl e sobre como do ano passado para cá fui surpreendida com uma série de TV sobre super-heróis que, ora ora ora, não era sobre homens fazendo homices e sendo filmados como os redentores e salvadores da pátria e da propriedade privada. De repente, cai a ficha que eu não estava vendo uma série sobre mais um super-herói e seus amigos e rivais que juntos, faziam parte do mesmo circuito de brodagem. E estranhamente também não era uma série apenas sobre essa menina branca e loira sendo a super-heroína sexy que todos esperam que uma mulher com roupa colada no corpo seja (ainda que os #whitepeopleproblems* estejam lá…), mas era na verdade sobre duas irmãs e essa relação forte que somente elas, em códigos internos, estabelecem para criar uma certa força de resistência. Ok, os bandidos de sempre sobrevivem, mas há novos bandidos, aqueles da era da extrema direita, dos crimes de ódio (racismo, xenofobia…), dos tempos Trump (ou para falarmos de algo mais próximo, dos tempos em que o verbo Temer virou nome de presidente).

Mas para muito além dessa irmandade entre Supergirl (Melissa Benoist), a menina que veio de outro planeta, e sua irmã terrestre Alex Danvers (Chyler Leigh), eis que, para a minha total surpresa, essa série chegou chegando em sua segunda temporada com algo que foge TOTALMENTE da curva de 10 entre cada 10 séries da TV aberta norte-americana dedicada ao público adolescente. E falo isso com a propriedade de alguém que assiste a seriados gringos desde os anos 90 (been there done that). Alex Danvers se deu conta nesta temporada que é: a) bissexual? b) bi-curious? c) katy perry com aquela música estúpida? Nenhuma das alternativas anteriores, quando Alex viu pela primeira vez essa paisagem:

sanvers3

Olar. Prazer, Maggie Sawyer, também conhecida como a mulher dos seus sonhos.

A única opção possível era d) sa-pa-tião, lésbica, fancha, bolacha, biscoita, o que melhor lhe convir. E a personagem, com quase 30 anos de idade, começou a rever toda sua vida até então. E a minha missão na Terra (sendo a Terra este texto) é provar cientificamente por que essa história de Alex é diferente de tudo que eu já vi nessas minhas décadas de frustração diante da representação lésbica na TV. Vamos às evidências:

(mais…)

Read Full Post »