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Archive for março \31\UTC 2011

discussão de relacionamento no banheirón? dá pra fazer outras coisas aí!

Se existe um país que de longe ganha de qualquer outra nação europeia no quesito biscoitagem na TV, esse país é…. a Alemanha. Sem me esforçar muito, numa rápida busca em meu HD, consigo lembrar de pelo menos de uns seis casais…e agora: sete (oi oito, nove, dez, quem sabe?). Estamos falando de Jenny e Emma, historinha que venho acompanhando (e aposto que boa parte de vocês também) há algumas semanas e que nesses últimos dias rendeu bem mais do que minha melhor expectativa.

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Vamos juntar as palavras: garotas. bonitas. lésbicas. atitude. rock. and. roll. E, por fim, mas certamente não menos importante: tudo isso junto em um MUSICAL! É quase como um sonho meu se tornando realidade. Mas não, as notícias boas não acabam por aí: estamos falando de um filme dirigido por uma diretora com ótimas sacadas, afinal de contas, é Angela Robinson o “clássico” D.E.B.S. e aquela versão bestinha e bonitinha do Herbie com Lindsay Lohan (ok, o filme é ruim, mas tem Lindsay…). E mais: no elenco, as duas gracinhas de South of Nowhere, minha musa da quinta temporada de The L Word (Clementine Ford), entre outras moças do elenco dessa saudosa série.

Então, sem mais suspense, com vocês, o trailer de Girltrash, não mais a minissérie da web (divertidíssima), mas um musical sobre uma garota (a Spence de South of Nowhere) seguindo os passos da irmã mais velha na biscoitagem nossa de cada dia. Divirtam-se:

E sim, no elenco: Clementine Ford, Gabrielle Christian, Mandy Musgrave, Kate French (a Nikki de The L Word), Rose Rollins (a Tasha de The L Word) e a linda Michelle Lombardo.

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De luto por Liz

Recebemos, com muita tristeza, a notícia da morte de Elizabeth Taylor, símbolo da era de ouro de Hollywood. Liz Taylor representava uma época em que dava gosto ser diva na terra do cinema. Além de belíssima atriz, consolidou-se como uma das melhores de seu tempo, esbanjando sempre talento e glamour. E apesar de ter sido sempre alvo de piadas no que se referia à sua vida privada (foi casada oito vezes, duas vezes com o ator Richard Burton), também ficou conhecidíssima por apoiar causas homossexuais. Passou décadas de sua vida dedicando-se a projetos sociais sobre prevenção e cura da aids.

Fora das telas, era a melhor amiga das maiores celebridades enrustidas da história do cinema. Uma delas era o lindo ator Montgomery Clift, sonho de consumo de muitas mulheres e sobre o qual chovem biografias garantindo que gostava mesmo de garotos. Liz o teria conhecido na premiere do filme Tarde Demais, quando teve de pagar de namoradinha do rapaz.

Também tinha como amigo fiel o galã homossexual Rock Hudson, uma das primeiras celebridades de Hollywood vitimada pela aids. Reza a lenda que durante as filmagens do clássico “Assim Caminha a Humanidade” Taylor e Hudson – protagonistas da película ao lado de James Dean – chegaram a apostar quem levaria primeiro o rebelde sem causa para cama. Dean morreu num acidente de carro antes do lançamento do filme, mas há quem aposte também que Hudson teria se saído melhor que a amiga.

R.I.P. Liz Taylor!

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Som na caixa!

Saiu esta semana o novo ep do duo Uh Huh Her, banda da atriz Leisha Hailey. O cd, batizado de Black and Blue, pode ser comprado no site oficial da banda. Para adquirir a versão física do disco, aí, meu bem, só indo a um show das garotas e matando a gente de inveja, já que a dupla só o comercializará durante suas apresentações, que nunca incluem o Brasil.

Acompanhando há alguns anos a carreira musical de Leisha, resolvi relembrar por aqui da época em que a atriz fazia um barulhinho diferente. Atualmente, a moça envereda por caminhos mais pop com pitadas eletrônicas, como se pode notar nesta canção, que integra o mais recente trabalho da banda.

Uma certa obsessão por Leisha durante os primeiros anos da série The L Word me fez baixar muita coisa de suas bandas anteriores. Confesso que tive muito apreço pela The Murmurs, que sobreviveu à década de 1990 e teve seu fim anunciado em 2000. É Leisha de cabelos coloridos, bem longe do visual fashion de Los Angeles (não que eu não goste, muito pelo contrário), época em que namorou quase cinco anos a cantora canadense k.d. lang e encarou um papel no clássico filme lesbo-indie All Over Me.

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Voltei sóbria (acho eu), depois de uma longa ressaca momesca. Foram três fantasias em cinco dias de folia, duas saias, um vestido e um batom vermelho-rapariga. E o resto vocês que façam a análise combinatória para ver quantas vestimentas ridículas utilizei nas últimas semanas.

E para fazer um F5 na vida virtual, o melhor é voltar a ver novos webepisódios. Uma deles é o episódio 4 de Girl/Girl Scene. Já falei da série por aqui há alguns meses. O problema é a demora para disponibilizarem novos episódios. Demora tanto que  me faz esquecer de comentá-los por aqui. Por outro lado,  ao contrário da maioria das webséries produzidas, Girl/Girl Scene tem episódios longos, com mais de 40 minutos de duração, o que me deixa feliz.

Quem nunca viu, ou assim como eu aguardava novos episódios há décadas, basta clicar na imagem abaixo e conferir a série.

E falando em websérie, a solteirona atrapalhada Simone está voltando. Os episódios da segunda temporada de Seeking Simone têm estreia prevista para daqui a três dias (atualizado: na verdade, é tudo piada da produção. Depois de pequenos imprevistos, sua estreia foi adiada sabe-se lá para quando), já que um “desastre” interno alterou as datas de seu lançamento Quem nunca viu essa produção canadense, ainda dá tempo, até porque os episódios são curtos. E tem legendas em português, o que facilita a vida de muita gente, né? A tiração de onda é tamanha que o episódio de estreia da segunda temporada se chamará “Free Tibette!” (se também não for tiração de onda da criadora da série…). Parece familiar para vocês? Adorei.

Para rever a primeira temporada, clicar aqui.

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Dei de cara no One More Lesbian com um trailer de um documentário chamado Jan´s coming out, Curti. Parece descontraído. No vídeo, várias biscoitas – famosas ou não – falam sobre seu primeiro insight do tipo “ops, sou lesbo” e revelam quando se assumiram. O foco do filme, no entanto, são as descobertas (lésbicas) de Jan, mãe tradicional de três filhos que, ao se assumir lésbica, se joga no mundo biscoito atrás de histórias, experiências, dicas de como flertar e arrumar uma parceira e, claro, muita diversão. Jill Bennet, Cathy DeBuono, Julie Goldman e Meredith Baxter são algumas carinhas conhecidas que dão o ar da graça no documentário e ajudam Jan a entender todo o processo do coming out.

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Being out has never being so in. É com esse lema bem out & proud e a promessa de que não será uma versão australiana do reality americano The Real L Word que a websérie  Generation L promete conquistar fãs do gênero. São oito episódios, gravados este ano durante o Mardi Gras queer de Sidney, que explorarão a vida e os segredos de alcova de “uma nova geração de lésbicas”. Apesar de negarem, o teaser da série lembra muito a ideia originalmente lançada na tv americana por Ilene Chaiken. Como nessa vida nada se cria e tudo se copia (e nem sempre isso é ruim), melhor conferir o primeiro episódio da websérie (The Road to Mardi Gras) dentro de poucas horas, pois sua estreia está marcada para hoje.

Abaixo, o trailer da série:

Os oito episódios de Generation L serão disponibilizados no canal da série no youtube bem aqui.

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