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Archive for junho \25\UTC 2011

Caríssimas leitoras,

quem frequenta o blog há algum tempo conhece o projeto #eusougay. Acredito inclusive que vocês tenham contribuído com as mais de 2.500 fotos enviadas aos idealizadores. O projeto está quase finalizado e seu vídeo já tem trilha sonora original feita exclusivamente para a campanha. Soube que a letra está linda, diz tudo a que o projeto se propõe. A composição ficou a cargo de Tatá Aeroplano e Gustavo Galo, e quem entrou em estúdio para gravá-la foi a Trupe do Chá de Boldo, os cantores Hélio Flanders, Márcia Costa, além do próprio Tatá Aeroplano e Galo. Todas essas pessoas trabalharam no esquema 0800. Não cobraram nada.

No entanto, a mixagem e masterização da trilha são pagas. A finalização custa R$1.200,00. Não é muita coisa, mas o pessoal que está por trás do projeto não tem essa grana em mãos. Precisa, portanto, da ajuda minha, sua e de todos os seus conhecidos. Para contribuir com essa etapa, pedimos que entrem no site do Catarse, confiram como Carol é gente boa e a ajudem nessa empreitada. Vocês poderão contribuir com R$ 10, 00, R$ 20, 00, R$ 30,00, R$ 40,00 ou o quanto mais puderem. Em troca, os idealizadores do projeto estão oferecendo algumas recompensas bem bacanas, tais como receber antecipadamente a mp3 da música e ter seu nome nos créditos do vídeo.

Neste exato momento, estou eu lá no Catarse dando a minha contribuição. Agora é a sua vez. Corra e contribua também!

E não esqueça de divulgar a notícia nas redes sociais! Temos apenas 6 dias para arrecadar o dinheiro!

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20 momentos gays da música

A escolha não é nossa, mas até que gostamos de parte desta seleção. É que a Billboard postou em seu site os 20 grandes momentos gays da música, incluindo aí desde trechos de shows e musicais retirados de série de tevê, até artistas famosos assumindo sua homossexualidade. Listinha interessante, mas, como costuma acontecer com qualquer outra coisa que se tenta rotular como “grandes momentos”, “momentos mais importantes” ou “melhores momentos”, também deixa de fora vários outros momentos certamente mais gay que estes.

Um dos clipes incluídos na listinha da Billboard é o da cantora Jill Sobule, que na década de 1990 lançou a canção I kissed a girl. Sim, a música tem o mesmo título do hit de Kate Perry, que, por sinal, não entrou na listinha da Billboard. A letra de Sobule, no entanto, é diferente da de Perry, e o primeiro beijo que ela deu em uma garota talvez tenha sido até mais tentador. Confira:

A lista completa da Billboard pode ser conferida aqui.

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Amor biscoito não tem idade

Coincidentemente, dois dias após eu ler uma entrevista com Catherine Deneuve, 67 anos, em que ela garante que o cinemão está pouco se importando em dar bons papéis às atrizes mais velhas, vi, com atraso, um belo trailer de uma película basca, da linda cidade de San Sebastián, na Espanha. O filme, 80 egunean (Por 80 dias), gira em torno da “amizade” entre duas senhoras.

Eis o plot: Axun, de 70 anos, vai ao hospital para cuidar do ex-marido de sua filha. Lá, ela se surpreende ao saber que a mulher que cuida do doente ao lado é Maite, uma grande amiga da época da adolescência. As duas parecem se divertir e curtir o reencontro, até que Axun descobre que Maite é lésbica. Depois de 50 anos trancada num armário cheio de naftalina, Axun vai ter que lidar com esse sentimento “novo”, que lhe parece tomar o juízo.

O filme deixa a lição: o amor não tem idade. E as boas e velhas atrizes deveriam sempre ser convidadas para papéis assim.

Alguém viu? Porque fiquei super curiosa para dar uma conferida.

Atualização: Para saber um pouco mais sobre o filme, e até tentar vê-lo, indico este texto da Nina Ferri, do Bota Dentro.

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Depois de várias terças-feiras frustrantes, eis que nos foi dado um final de temporada até um pouco mais animador de Anyone But Me. Achei que iria morrer de raiva, chamar Aster de burra, roer as (poucas) unhas que tenho ao ver Vivian caidinha de amores pela melhor amiga de infância. Mas fui surpreendida. Parece que o retorno das férias escolares trouxe, ao contrário do que imaginávamos, certa sobriedade e maturidade às personagens. Nosso querido casal se reencontra e discute um pouco a relação. Óbvio que em menos de dez minutos ninguém diz tudo o que quer, mas já dá para começar a tirar um belo de um atraso…

Obrigada, Pandora, por mais uma tradução =)

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Gente, vamos fazer coro aqui para convencer minha amiga Rê a colaborar com o blog? Faz tempo que eu falei dela por aqui, jurei que  ela viria me ajudar na atualização dos posts e deixar umas dicas super legais…. Fiz toda uma estratégia de marketing, mas a moça não apareceu!

Rê, cadê você?!

O videoclipe de Bright Eyes  é indicação dela. É vídeo antigo, mas com gostinho de “hoje”. Notem a presença de Daniela Sea, a atriz que interpretou Max/Moira na série The L Word.

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Te cuida, Bieber!

A ausência teve motivo especial. Sabe como é, né? Dia dos namorados bem no fim de semana, bateu aquela a vontade de dar uma sumida com a cara metade. De repente, acabou-se o que era doce: segunda-feira. E foi logo na segunda-feira que quase sou derrubada por uma virose que me ronda desde o início da manhã. Mas também foi logo na segunda-feira que dei de cara com esse um vídeo que de tão bobo me causou riso – e que me fez esquecer a iminente virose.

Não levem a sério! São apenas quatro supostas lésbicas querendo dominar o mundo pop tirando uma onda com o look de “Bieber, Bieber, Bieber”.

Aliás, tem um site todo especial dedicado a “lesbians who look like Justin Bieber”. Se você ou alguma conhecida se parece com o moço, não se acanhe: aproveite e colabore com o projeto. Uma das mais famosas do “ramo” é Dani Shay. Ela brinca dizendo que Bieber é que se parece com ela e não o contrário. Então tá. É cara de um, focinho do outro mesmo.

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Quando leitores e amigos recomendam algo, juro que sigo a dica. Ainda que não poste tudo por aqui, seja lá qual for o motivo (e eu sempre tenho um), juro que confiro cada linha que me escrevem. Desta vez, me indicaram o curta-metragem brasileiro Não Gosto dos Meninos. Acabei de vê-lo e acho mais do que justo dedicar um post exclusivamente a ele.

O filme foi inspirado no maravilhoso projeto It Gets Better, sobre o qual já falamos por aqui.  Ainda que você nunca tenha ouvido falar dessa ação americana, que inspirou diversos vídeos no mundo inteiro, incluindo o brasileiro, a experiência em assistir a Não Gosto dos Meninos é obrigatória. Ouvir pessoas falando a mesma língua que nós, tratando de um assunto tão próximo da gente, é no mínimo acalentador. É sempre bom saber que não estamos sós e que, ao fim e ao cabo, tudo ficará bem.

Curioso é que, quando Carol divulgou o projeto #eusougay, algumas pessoas indignadas acusaram-na de plagiar o It Gets Better. Discordei dessas colocações e lembro que respondi a um dos leitores que, mesmo se a iniciativa tivesse sido uma mera imitação do projeto americano, nada tiraria o mérito da campanha. É que me parece estupidez criar confusão sobre se projetos como o de Carol são ou não originais. Ora, o objetivo de todos eles é um só: nos afirmarmos como cidadãos e sermos respeitados como tal!

Não Gosto dos Meninos talvez só exista porque o It Gets Better veio primeiro. Pouco importa. Isso não faz o curta-metragem dos diretores André Matarazzo e Gustavo Ferri inferior em nada. Continua sendo um ótimo material para ser conferido e sobre o qual devemos refletir.

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