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Archive for the ‘arte’ Category

No dia em que os nossos ministros do Supremo Tribunal Federal reconheceram, por unanimidade, a união entre casais do mesmo sexo, nada melhor do que selar a decisão com um beijo bem querido gay. A televisão americana exibirá hoje o casamento de Callie & Arizona, de Grey´s Anatomy. E no Brasil, será que vão tirar de última hora o tão falado primeiro beijo lésbico da televisão brasileira, previsto para ir ao ar na novela “Amor e Revolução” na próxima quarta-feira (11/05)? É o que vamos confirmar em breve. Se tudo correr dentro do previsto, celebraremos a decisão de maneira bem colorida e felizes para sempre.

Não acompanho a novela do SBT, não faço ideia do que se trata, mas estarei de olho na cena do beijo. Andei lendo em sites alheios que o beijo envolve as personagens  de Luciana Vendramini) (Marcela) e Giselle Tigre (Marina).

Antes tarde do que nunca!

tv brasileira celebra

Callie & Arizona também

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Um olhar sobre o amor

A escritora Susan Sontag fotografada pela companheira Annie Leibovitz

A escritora Susan Sontag fotografada pela companheira Annie Leibovitz

Foi ela quem fotografou John Lennon envolto em Yoko Ono. Foi ela, também, que colocou a atriz Demi Moore grávida, com um barrigão, na capa da Vanity Fair. Por quatro décadas, a fotógrafa Annie Leibovitz clicou famosos em todas as áreas: da roqueira Patti Smith ao ator Jack Nichoson.

Claro que não faltou filme fotográfico para retratar sua companheira durante 15 anos, a escritora Susan Sontag.

Ela foi descobrir parte do vasto acervo que compõe a exposição “Annie Leibovitz: vida de uma fotógrafa – 1990-2005” depois que Susan morreu, vítima de câncer. Seis semanas após, Leibovitz perdeu o pai. Foi então que ela mergulhou em uma procura de imagens.

O resultado, exibido agora na Espanha, revela momentos de intimidade da fotógrafa. Há uma foto dela nua grávida de sua primeira filha. Há registros das sucessivas internações de Sontag, que lutava contra um câncer, e até o momento de sua morte.

“Depois de Susan morreu, eu falava com o seu filho David [Rieff, jornalista e escritor]. Uma das primeiras utilizações da fotografia era o retrato do morto para ter sua memória. Discuti com David e disse-me que era algo que tinha de fazer. Ele me deu a sua autorização, de alguma forma. Mas naquela sala, era como se Susan não estivesse lá. Seu corpo era como um artefato. Houve o corpo, mas ela não foi. E eu estava melhor no papel de uma fotógrafa”, disse ao “El País”

Ao mesmo em tempo que procurava as imagens para a exposição, Leibovitz chorava copiosamente, tentando superar a dor. “As imagens de Susan me ajudaram a superar a sua morte. Fiquei feliz de reviver todos aqueles sentimentos e perceber tudo o que ela tinha recebido de minha família, meus pais, minhas filhas. (…) Há muito amor no presente trabalho. Para mim são como uma prova de que eles me deram”, diz.

Leia a reportagem completa, em espanhol, no “El País”

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papel alumínio

cat

Gatos são os bichos de estimação preferidos de quase todas as meninas que gostam de meninas. Frederik Heyman aproveitou a deixa para fazer uma instalação sobre o assunto    =)

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colagem

pin1

pin2

Colagens e desenhos de Hadiedan

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souvenir de viagem

souvenir de viagem

A visita era na verdade pra conhecer a exposição permanente do Guggenheim NY e terminou sendo uma daquelas boas experiências que são melhores quando desavisadas. O Guggenheim está com a uma mostra até dia 5 de janeiro com a obra de Catherine Opie, fotógrafa que você pode até não reconhecer de nome, mas certamente já viu seu trabalho na abertura da nossa amada The L Word (sabe aquela hora em que Beth está olhando uma exposição de fotos de mulheres como se fossem homens?, pois sim, são essas algumas das famosas imagens de Opie).

Embora tenha trabalhado durante muito tempo com a temática do corpo e sua expressão de identidade sexual, Opie, que é lésbica, tem várias séries de fotos que, de paisagens urbanas ao mar gelado dos surfistas, passando por jogadores de futebol americano (embora esta última série não esteja no Guggenheim), impressionam sobretudo pela estética limpa e mesmo higiênica de suas fotos, em contraste natural com o objeto fotografado (no caso da série de retratos feitas entre 93 e 97), que seria “sujo” em seu conteúdo implícito aos padrões morais. Pelos andares do museu, uma professora debatia com seus alunos sobre a unidade da imagem de Opie e seu constante foco para a questão da “identidade” enquanto duas adolescentes morriam de rir com as imagens de corpos perfurados pela estética. Eis a contemplação do mundo moderno.

Para ver mais algumas da imagens de Opie no Guggenheim, checar nosso Flickr.

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dominatrix

Via Dr. Channard

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diabo

satan

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