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Archive for the ‘publicações’ Category

A revista Época parece ter se apegado ao tema. Mais uma vez, a semanal das editoras Globo volta a tocar no assunto “lésbicas” com uma matéria cujo título me eximiria de maiores comentários: “Ser bi está na moda”.

Bem, mas como o foco da história está na questão cerne deste blog, ou seja, visibilidade lésbica via mídia (TV + Cinema + Imprensa), me sinto obrigada a comentar alguns aspectos que me saltaram aos olhos neste texto da Época, que, antes de seguir neste post, vocês podem ler AQUI.

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I am…

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A MC Magazine fez um editorial bem legal com gente de São Paulo. Intitulado “I am…”, faz parte da edição gay da revista

Confiram as fotos de Manuel Nogueira

http://www.mcmag.co.uk/

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bicolor

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Um pouco de beijo bem publicitário para alegrar a noite de sábado. As fotos fazem parte do editorial “Lipservice”, publicado na Tush Magazine

As modelos são Sabina Szymura e Eugenia Egorova, que foram fotografadas por Straulino

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capa11Antes que o calendário vire, preciso postar este texto que fiz para um dos grandes lançamentos editoriais do ano, uma biografia sobre uma personagem familiar aos livros de psicanálise que, até então para mim, era apenas um nome sem dimensão em algum livro sobre Freud. Estamos falando de Sidonie C. (nome fictício para preservar a família dela), a paciente lésbica de Freud.

Família de propriedades, mãe invejosa, pai dedicado, olhos meio abertos para fora, meio fechados para dentro e lá fora, neve sim, neve não, Sidonie C. observava a paisagem de uma Áustria próspera, um país que ainda empinava o nariz para a ameaça de um inevitável colapso: político, econômico e, sobretudo, humano. É nessa Europa reerguida e orgulhosa após a Primeira Guerra Mundial que a jovem Sidonie descobre a baronesa Leonie Puttkamer, uma mulher nove anos mais velha cuja prisão, na primavera de 1924, dá introdução a este livro que, antes de ser uma biografia, é o retrato panorâmico da vida privada de mulheres que, há muito tempo, não se permitem sufocar por padrões sociais.

A seguir, texto comprido (e algumas fotos para compensar)

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A atriz Mia Kirshner, que interpreta a escritora Jenny Schecter do seriado The L Word, também se dedica à literatura fora das telas. Ela lançou este mês, nos Estados Unidos, o livro I live here. Segundo o site da atriz/escritora, trata-se de um livro-documentário, resultado de longos seis anos de pesquisa em lugares marcados pela violência e caos sociais. Como parte da pesquisa, Mia esteve na Ingushétia, república do Cáucaso russo vizinha à Chechênia, Myanmar, Malawi, na África, e em Juárez, cidade mexicana outrora conhecida pelo narcotráfico e por algumas centenas de assassinatos de mulheres até hoje não solucionados.

Dividido em quatro partes – cada uma delas relacionada a uma cidade específica – o livro conta histórias de vida de mulheres e crianças por meio de fotografias, colagem, gráficos, pinturas e imagens de objetos encontrados em sua jornada. Cada centavo investido no livro foi bancado pela própria atriz com fins meramente filantrópicos. Ela diz irritar-se com a prática de alguns atores “ativistas” envolverem seus nomes em causas filantrópicas com único objetivo de divulgar filmes.

Mia se dedica com mais afinco a causas humanitárias desde os atentados de 11 de setembro. De lá pra cá, esteve envolvida, por exemplo, na organização de eventos beneficentes em favor de mulheres afegãs. Não satisfeita, resolveu bancar o projeto I Live Here Foundation, pagando de seu próprio bolso os salários dos co-autores do livro, além do aluguel de um escritório em Vancouver. Ela garante que o livro é apenas o primeiro de uma série e que pretende escrever um nova obra já no próximo ano.

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Ah...as vampiras

Ah...as vampiras

Dever cívico cumprido, vamos falar do que interessa. Predadores para mim se chamava Rapaces. Este é o título original da história de Jean Dufaux com desenhos de Enrico Marini. Aqui no Brasil, 10 anos depois da HQ ter sido lançada lá na Europa, ela chega agora pela editora Devir, que lançou os dois volumes da série de quatro, cada um por R$ 29.

Ok, a história em si não tem absolutamente nada que possamos imprimir nela um tag lésbico/bi. Mas, enfim, estamos falando de uma trama (excelente, por sinal) de vampiros e vampiras. E onde há vampiras, vocês sabem…

A trama tem como protagonista uma tenente chamada Vicky Lenore. Descrição: cabelo curtinho, durona, guarda-roupa básico do tipo calça jeans e jaqueta de couro (sua maior ousadia é esse tubinho preto acima) e uma sensação de frustração pós-sexo com um colega da polícia. Precisa dizer mais alguma coisa?

Tudo bem, existe algo maior nessa história, que envolve uma linhagem de vampiros politicamente influentes, traições, incríveis cenas noturnas e, claro, sexo. O que nos leva a Camilla e seu irmão Drago. Embora tenha lido apenas os dois primeiros volumes da série (os dois últimos ainda não foram lançados), tenho a vaga impressão de que algo entre Camilla e Vicky ainda será desenrolado. As duas se conhecem “melhor” no volume 2 e, embora sob a justificativa de que estava levemente dopada, Vicky parece muito confortável ao lado de Camilla.

Levando-se em conta novamente que esta é uma história de vampiros e que há pressupostos de personagens sensuais (muitas vezes excessivamente erotizados), é sempre interessante observar como toda essa coisa de sangue/posse leva a uma mulher sugando o pescoço de outra. Algo a se pensar sobre.

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