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Archive for outubro \19\-03:00 2010

…de obsessão. A música não é nova, mas o a versão americana do clipe saiu este mês. O primeiro clipe ainda é super bom. Gosto até mais. Agora essa versão US é algo mais queer, gravado no clássico Chelsea Hotel em Nova Iorque. Basta ter um marinheiro no meio, nêga, que pra mim vira Querelle. Também tem o remix com Kanye West. Mas aí eu fico com a versão limpa mesmo.

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O AfterEllen.com publicou  hoje uma nova e pequena entrevista com a loira do momento Ruta Gedmintas, a Frankie de Lip Service.  A íntegra da entrevista, em inglês, pode ser lida aqui. Abaixo, algumas frases em tradução um tanto livre.

Sempre tive uma queda pela Angelina Jolie. Acho-a linda, e também desenvolvi um quedinha pela Heather Peace (A policial Sam, de Lip Service). Acho-a cool e linda.

Sobre como se inspira para entrar na personagem Frankie:

Tem uma música que é a “Frankie track”, mas eu quero guardar isso só para mim. Mas se tenho que ser um pouco afetada e estridente, então eu ouço Black Eyed Peas. Se tenho que ser sexy, ouço algo como Peaches, e se tive que estar bem emotiva, então rola um monte de Damien Rice e coisas parecidas.

 

É muito clichê dizer isso, mas não têm nada de sexy quando você as está filmando. As cenas de sexo foram provavelmenter o maior desafio para mim porque Frankie é bem predadora, então ela tem que ser extremamente segura, o que é difícil quando você está nua num quarto cheio de gente.

O segundo episódio de Lip Service vai ao ar amanhã à noite,às 22h30, horário britânico. Só para lembrar.

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Sobre o final de Las Aparicio

Aqui cabem mais Aparicios

Foi ao ar, na última sexta, o último capítulo de Las Aparicio. Apesar de não ter conseguido seguir por aqui com todas as resenhas de seus 120 capítulos, estive acompanhando sua trama, e me atrevo a dizer que essa telenovela/série conseguiu lograr o que havia prometido desde seu lançamento: trouxe um novo conceito de novela para a televisão, que, diga-se de passagem, deveria servir de inspiração para as nossas produções. O Brasil é referência de grandes melodramas televisivos, mas talvez tenha chegado o momento de rever alguns conceitos e voltar a ousar um pouco mais nesse tipo de narrativa.  Ou morreremos de remakes e novelas de época? Nada contra, mas, novamente, é hora de ousar.

Las Aparicio brindou o México, e por tabela seus seguidores piratas (ou não) mundiais, com uma trama enxuta, mística, politizada. Seu elenco era pequeno, mas teve em seu favor bons diálogos e dramas pontuais, temperados com uma pimentinha mexicana. Mesclou narrativa de telenovela com telessérie. Adicionou à trama uma personagem lésbica bem resolvida do começo ao fim e, o maior de todos os feitos, celebrou as identidades.

Esperamos que um dia toda forma de amor seja aceita como Las Aparicio aceitaram. Que toda forma de sexo seja experimentada como Las Aparicio experimentaram. Que a liberdade e as opções sexuais sejam respeitadas como as personagens dessa produção respeitaram.

Las Aparicio não foi uma série gay. Não foi uma telenovela mexicana. Não foi uma telessérie em seu estado puro. Não foi nem mesmo um meio-termo de tudo isso. Foi, na verdade, mais “allá” dos velhos conceitos que temos aqui, ó, na nossa cabecinha. A televisão precisa disso e, nós, o público, agradecemos.

Viva Las Aparicio!

Viva el México, guey!

E torçamos para que o Mariana e Julia tenham um filho lindo num futuro próximo.

E só para reforçar a mensagem final da novela-série: Aparicio é cada uma de nós.

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Lip Service – 1×01

Depois de uma longa espera, eis que fomos brindadas na última terça-feira com a estreia da propalada “The L Word britânica”, Lip Service. Mas graças a bons roteiristas e a um bom molho inglês, ou melhor dizendo, escocês, a série tem assinatura própria e não cairá nas graças do público em vão. Ao contrário do que parte do público alvo da série poderia ter imaginado, Lip Service não é uma mera imitação foggy das ensolaradas lésbicas de Los Angeles.

OK. É difícil não associar a personagem Frankie Alan (Ruta Gedmintas) da pegadora Shane (Kate Moennig). Sai a teoria do seis graus lésbico representada no chart de Alice Pieszecki para o seis graus de separação lésbico de um hypado Facebook. A amiga engraçada e estabanada, que na versão brit se chama Tess, algumas vezes me lembrou a ótima Dana Fairbanks e seu gaydar falho. Mas é melhor parar por aí. Até porque assistir à produção britânica pensando na finada TLW é perder os bons momentos que só um roteiro escrito com sotaque lindo e gostoso tem a nos oferecer.

Atenção: o resto do post pode conter spoiler!

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Vai querer perder?

Anote na agenda: dia 12 de outubro. Um presentinho para uma criança que ainda acha que é inocente. Lip Service, finalmente, vai estrear na BBC3 e eu, claro, vou catar a série assim que cair na rede. O que já se falou sobre ela por aqui não foi pouco e, para manter a tradição, eis que deixo no final do posto um link para o trailer e vídeos para você conferir um pouco mais sobre as personagens. Lembrando que, no elenco, está a maravilhosa Ruta Gedmintas e a sempre fofa Laura Fraser.

O primeiro episódio de Lip Service mostra a personagem de Ruta, a fotógrafa Frankie, voltando à Escócia para o enterro de um parente. Lá ela revê sua ex, a arquiteta Cat, que até hoje não superou por completo a forma como foi abandonada. Frankie, como toda Shane que se preza, é pegadora e atrai problemas. Também guarda alguns segredos que esperamos conhecer em breve. Cat, por sua vez, é controladora e tem uma tendência a analisar os pormenores da vida. Quando Frankie retorna, abalando as estruturas, Cat está tentando  partir pra um novo relacionamento, o primeiro depois do rompimento com a ex. A felizarda do momento é a detetive Sam, personagem que parece ser totalmente o oposto de Frankie.

A série também conta com o clássico personagem estabanado, representado pela melhor amiga de Cat, Tess, uma atriz que está sempre se apaixonando pela pessoa errada.

Lip Serviceé  garantia de diversão com sotaque maravilhoso e belas mulheres.

Novamente, você vai perder?

O link com teaser da série e clipes com o elenco podem ser conferidos aqui.

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 Nórdicas, biscoitas e discussões de relacionamentos.  Com certeza, é filme para chorar. A produção norueguesa Fjellet, com título em inglês The Mountain, traz a história de um casal de lésbica que resolve voltar ao local onde morreu seu filho de cinco anos para salvar a relação e superar seus traumas. Não sei nem se já tá rolando trailer do filme, mas vale ficar de olho.  O filme será lançado em 2011.

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Saudade do casal Arlet e Dani? Eu tava bem esquecidinha das duas, e bem away do blog também nessas duas últimas semanas, mas eis que depois de ver o episódio do último domingo de Infidels tive que deixar o registro, de madrugada mesmo, sobre o que anda rolando entre as duas. Ou melhor seria dizer o que anda rolando a três entre as duas?

A segunda temporada começa com os preparativos do casamento lesbo de Arlet e Dani. Arlet aparenta estar meio insegura sobre o matrimônio, mas tenta esconder isso de todo mundo – até mesmo de si mesma. As amigas,que a conhecem bem, sacam que há algo de errado no ar. No entanto, a professorinha quer consumar o ato de todo jeito.

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