A primeira e única vez em que tive a oportunidade de presenciar a canadense Peaches num palco ela devorou uma banana prata em três segundos e, imediatamente, convidou uma mocinha da plateia para tascar-lhe um beijão de língua. Metade do público fez cara de nojo (não pelo uso da língua, mas pelo beijo-sabor-banana), e a outra parte a aplaudiu enlouquecidamente, como se estivesse presenciando o fato mais underground de sua vida, o que mostra como a vida de muita gente é tediosa.
Isso foi há mais de dez anos.
O electroclash se escafedeu, saiu de cena como algo “descolado”, mas Peaches continuou com suas apresentações algumas vezes ousadas, outras datadas. Este ano ela voltou numa participação muito boa com o pessoal do selo Gomma na regravação da clássica Maniac, que muitas de nós conhecemos graças à performance de Jennifer Beals, nossa eterna Bette Porter - que a senhora Ilene Chaiken a tenha guardado em seus scritps como o ser mais sexy da finada The L Word.
Da famosa cena de Flashdance à regravação de Peaches, que é muito boa, diga-se de passagem, já se passaram algumas décadas e virada de século. Porém, nada conseguirá superar a cabeleira e o estilo Beals de ser e de dançar.
A cover:
A original:




eu vivia na academia nos 80 para 90. ótimo “clip”
não entrega a idade, moça! (rs)
lorena, tô com 44 e minha pele em cima. Água….
Ah, pensei que ia ter um contexto lésbico =(
Mas adoro a música e a Jennifer Beals haahhaha
Infelizmente, não tem contexto lésbico. mas se você pensar que a Peaches “transa gente” e a Beals é uma deusa para muitas lésbicas, aí dá para curtir, né não?
Nossa, a Jennifer Beals é maravilhosa,muito linda! O tempo p/ela parece ser o melhor remédio…ela fica mais bonita com o passar dos anos.
(Momento “TLW”: amava o jeito que a Tina tinha de acariciar o cabelo da Bette s2 – Tá,eu sei, “soooo gay!” hehehehehe)