
não dá para resistir
Na ausência e saudade danada de poder voltar a ser mais assídua no blog, e de ter uma conexão estável, que não caia com essa chuva que vez ou outra insiste em acometer esta cidade portuária, dou de cara com a nova edição da DIVA Magazine com a minha adorável obsessão: Jennifer Beals.
O conteúdo da entrevista deve ser mesmo uma maravilha, como eu suspeitava. Li um comentário no twitter de uma garota americana que acabava de ler o artigo com a atriz. Dizia: “eu sempre detestei a Bette em TLW (nem tanto quanto a Jenny, claro), mas agora eu super entendo essa atração por Jennifer Beals”.
Não entendo o porquê de tanta ojeriza, minha querida. Toda mulher que merece respeito pode ter odiado Bette por alguns episódios, em alguma fase de sua vida, mas devia saber que ela era a melhor de todas. Não havia pegada no mundo que fosse digna ao pega dessa mulher. Eu tinha até um pacto com minha respectiva senhora. Se fosse com Bette, ela tava liberada. Afinal, eu faria o mesmo. Chifre de Bette não é chifre. Como diria uma amiga minha, é currículo.
E por falar em sua personagem na série, eis o que Beals tem a dizer:
“Sinto falta de Bette algumas vezes. Especialmente quando estou no meio de uma discussão com alguém e penso ´eu sei que ela saberia o que fazer´.
Realmente, a mulher sabia muito bem entrar numa briga e peitar Deus e o mundo!
Quem banca a entrevistadora para a revista é a colega de profissão de Beals, Rachel Shelley (a Helena de The L Word), que se diz encantada com a amiga. A atriz não escondeu que hesitou um pouco na hora de topar entrevistar a estrela de Flashdance. Shelley escreveu o seguinte: “por mais que ame vocês, caras leitoras, não estou prestes a arruinar uma amizade valiosa (ao fazer a pergunta errada) e misturar os papéis de jornalista e amiga pessoal. Houve, claro, muitas conversas e experiências que eu e ela compartilhamos ao longo dos anos, que seriam inadequadas para uma artigo de uma revista, sendo ela (Beals) famosa ou não. A maioria delas são óbvias; outras são maravilhosamente estranhas, como os nomes de seus bichos de estimação. Ela é, como a própria admite, uma pessoa bastante reservada”.
Quatro letrinhas é pouco, Beals, para mim. Mas a revista resumiu bem o meu sentimento pela sua pessoa:
D.I.V.A.
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