
será tão "gelada" quanto garbo?
Sempre tive uma relação problemática (leia-se, obcecada) com a Suécia (leia-se, as suecas). Tudo começou com Casablanca, quando descobri Ingrid Bergman… a segunda sueca a conquistar o cinema americano. Sim, porque antes de todos e de tudo, houve uma mulher chamada Greta Garbo, aquela que queria ficar sozinha (leia-se, em paz com alguma mulher). Garbo, a musa do cinema mudo sueco e, posteriormente, diva do cinema falado hollywoodiano, ganha no ano que vem uma biografia nos cinemas, segundo o IMDB. E isso significa tanta coisa.
Significa que teremos um filme com mulheres lindas flertando e indo bem mais além com outras mulheres lindas. Significa poder finalmente visualizar Garbo e Marlene Dietrich juntas, ou ainda Garbo e outras de suas amantes, como a escritora Mercedes de Acosta e o fotógrafo da Vogue Cecil Beaton.
E esta moça aí do lado, chamada Anna-Karin Eskeilsson, é a Greta Garbo que veremos em tela grande. E nem adiantar dar um Google muito profundo na carreira dela, porque até pouco tempo, Anna era bartender no Empire State Building em NY. Sim, de sueca ela não tem nada, a moça é nova-iorquina da gema (mas a moça fala sueco e alemão fluentemente segundo seu currículo). De um jeito ou de outro… suspiros…
Ah, a para as meninas mais novas deste blog que, por um acaso, não saibam quem é Greta Garbo (ainda que isso seja quase impossível), nunca é demais reproduzir uma foto dela:

bela, bela, bela
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